Uma análise realizada pela AirHelp, com base nas queixas tratadas pela empresa de defesa dos direitos dos passageiros, no decorrer do ano de 2024, revelou as justificações mais utilizadas pelas companhias aéreas para não indemnizarem passageiros aéreos.
De acordo com a AirHelp, embora as companhias aéreas estejam a fazer pressão para alargar os limites de indemnização – de três para cinco horas – e reduzir as suas responsabilidades ao abrigo das regras da UE em matéria de direitos dos passageiros, muitas companhias aéreas estão a procurar formas de evitar o pagamento de indemnizações ao abrigo da legislação atual para atrasos aéreos. De facto, mais de metade dos pedidos de indemnização apresentados pelos passageiros aéreos em 2024 foram indevidamente rejeitados pelas companhias aéreas (52%).
Pode ler o comunicado de imprensa aqui
